No bloco de citologia e histologia (perguntas 1 a 4), garante o domínio do vocabulário básico. Sabe distinguir com clareza plasma e elementos figurados, memoriza pelo menos três diferenças seguras entre a célula vegetal e a animal (parede celular, cloroplastos, vacúolo grande, forma) e treina a legendagem de figuras. Para a tabela de mitose e meiose, decora os três pontos que a prova pede: número de células filhas, cariótipo das células filhas e tipo de célula final. É um esquema que aparece com frequência e dá pontos rápidos se estiver bem estudado.
No bloco de genética (perguntas 5 a 7), está o coração do exame. Estuda por que razão as ervilhas foram ideais para Mendel (ciclo curto, muitos descendentes, características bem contrastantes, autopolinização controlável). Depois, treina a mecânica do quadro de Punnett: a proporção 75% para 25% (3:1) indica um cruzamento entre dois heterozigóticos (Bb x Bb), e deves saber enunciar a Lei da Segregação (1ª Lei de Mendel). Nas árvores genealógicas, exercita a leitura da legenda, a atribuição de genótipos indivíduo a indivíduo e o cálculo comparativo de probabilidades entre casais diferentes. É a competência que mais distingue os alunos bem preparados.
No bloco de bioquímica e evolução (perguntas 8 a 10), fixa que a unidade dos ácidos nucleicos é o nucleótido, formado por base azotada, pentose (açúcar) e grupo fosfato. Para as eras geológicas, memoriza a ordem cronológica (Azóica, Arqueozóica, Paleozóica, Mesozóica, Cenozóica) e os acontecimentos-marco associados a cada uma. Por fim, no tema dos líquenes, retém que resultam da associação entre um fungo e uma alga e que a interacção é de mutualismo (simbiose), em que ambos beneficiam. Como conselho transversal, faz uma gestão atenta do tempo: são 90 minutos para dez perguntas, por isso não te prendas demasiado nas primeiras, mais acessíveis, e reserva minutos para o raciocínio genético do meio da prova.