Para a área de genética, que concentra o maior número de pontos, treina a construção de quadros de cruzamento (xadrez mendeliano) até fazeres isso sem hesitar. Domina bem a codominância (como no caso da pelagem ruã do gado Shorthorn, em que o heterozigótico VB mistura vermelho e branco) e a herança ligada ao sexo, sabendo representar correctamente os genótipos com os cromossomas X e Y. Na hemofilia, lembra-te de que o gene é recessivo e ligado ao X, e que o quadro de cruzamento é a forma mais segura de justificar o sexo da criança afectada.
Para a estrutura do ADN, memoriza que as unidades se chamam nucleótidos e sabe descrever a sua composição química (base azotada, pentose e grupo fosfato). Associa este tema ao das mutações, porque aparecem quase sempre em conjunto: uma mutação é a alteração química do ADN, e deves saber apontar factores mutagénicos como radiações e substâncias químicas.
Na parte de evolução, distingue com clareza o Lamarckismo (características adquiridas em resposta ao ambiente) do Darwinismo (sobrevivência dos mais aptos por selecção natural). Uma frase-tipo em cada teoria costuma resolver a questão. Para ecologia, pratica a leitura de teias alimentares, identificando produtores, consumidores de primeira, segunda e terceira ordem, e treina a construção de cadeias com o número de níveis tróficos pedido.
Por fim, gere o tempo pela cotação: começa pelas questões de genética e pela questão 1, que valem mais, e deixa as de resposta curta (5, 6, 7 e 10) para consolidar pontos no final. Responde sempre na folha de exame de forma organizada e legível.