No bloco de citologia, garante que distingues com clareza os níveis de organização (célula, tecido, órgão, sistema, organismo) e que sabes construir de memória o quadro comparativo entre células procariotas e eucariotas. A pergunta 2 é uma cotação alta (2,0 valores) e recompensa quem tiver a tabela dos organelos bem consolidada. Treina também a diferença entre nucleosídeo e nucleótido, um pormenor que costuma gerar confusão, mas que vale um valor certeiro na pergunta 5.
No bloco de botânica (caule e folha), pratica a classificação dos caules quanto à forma a partir de figuras e memoriza os constituintes da folha com as respectivas funções. São conteúdos descritivos e acessíveis, ideais para assegurar valores logo no início da prova.
No bloco de divisão celular e reprodução, o quadro mitose contra meiose (pergunta 6) volta a premiar a organização: fixa o número de células-filhas, o cariótipo resultante e o tipo de célula final. Para a reprodução assexuada, tem preparadas pelo menos três características para responderes com segurança.
No bloco de genética, que concentra a maior densidade de cotação, dedica tempo extra. Domina as definições de gene e de carácter recessivo, pratica o diagrama de Mendel num cruzamento mono-híbrido e sabe enunciar a lei correspondente (Lei da Uniformidade da primeira geração). A pergunta 10, sobre daltonismo, é a mais exigente: precisas de compreender a herança ligada ao cromossoma X, identificar a mulher portadora (filha de pai daltónico) e cruzar os genótipos para deduzir a descendência. Faz vários exercícios deste tipo antes do exame.
Por fim, revê a taxonomia (categorias que situam o Homem na natureza) e a ecologia (montagem correcta de cadeias alimentares, do produtor ao consumidor de topo). Na gestão do tempo, aproveita as perguntas de escolha múltipla e de correspondência para ganhar ritmo e reserva os últimos minutos para os problemas de genética, que exigem cálculo e diagrama.