Bloco A: imperialismo, ocupação e resistência (questões 1 a 3)
Domina a distinção entre as manifestações imperialistas em África e o caso particular português no Sul de Moçambique. Treina exemplos concretos: para a questão 1, dois exemplos das manifestações imperialistas (ocupação de territórios, exploração de matérias-primas, fronteiras artificiais); para a questão 2, o particularismo português assenta na fraqueza económica de Portugal e no recurso a companhias majestáticas e à mão-de-obra migrante. A questão 3 vale 3,0 valores e pede três formas distintas de resistência, por isso memoriza exemplos variados (resistência armada, revoltas, recusa de pagamento de impostos, formas de resistência passiva).
Bloco B: Primeira Guerra Mundial e entre-guerras (questões 4 a 7)
Estuda o sistema de alianças político-militares (Tríplice Aliança e Tríplice Entente) e sabe explicar o seu funcionamento com um exemplo. Fixa a saída da Rússia do conflito, associada à Revolução de 1917 e ao Tratado de Brest-Litovsk. Revê o contexto de criação da SDN. Na questão 6, prepara duas razões da contestação bolchevique ao governo provisório (a manutenção da guerra e a ausência de reformas sociais e agrárias). Para a questão 7, sistematiza a instabilidade da Itália do pós-guerra que abriu caminho ao fascismo.
Bloco C: crise de 1929 (questão 8)
É o bloco mais exigente em raciocínio. Na alínea a), dois exemplos da origem da crise nos EUA (especulação bolsista e crash da Bolsa de Nova Iorque, superprodução e crédito fácil). Na alínea b), explica o mecanismo da mundialização, pela dependência das economias europeias face aos capitais e ao mercado norte-americanos.
Bloco D: Segunda Guerra Mundial (questão 9)
Bloco de resposta directa. Fixa a razão da entrada dos EUA no conflito (o ataque a Pearl Harbor, em 1941) e o acontecimento que ditou a rendição do Japão (o lançamento das bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáqui, em 1945).
Bloco E: nacionalismo africano (questão 10)
Prepara dois factores internos do nacionalismo africano (exploração colonial, discriminação racial, influência da elite africana instruída) e fixa a data da proclamação da independência de Moçambique, a 25 de Junho de 1975.