Para a pergunta 1, treina a leitura de gráficos espaço-tempo: identifica com clareza os eixos e as escalas antes de calcular. Recorda que, no MRU, a velocidade se obtém pela razão entre o espaço percorrido e o tempo, e presta atenção às unidades (o gráfico está em km e horas, pelo que a velocidade sairá em km/h, a menos que te seja pedida a conversão para o Sistema Internacional).
Na pergunta 2, consolida a regra das interacções (cargas de sinais contrários atraem-se, cargas de sinais iguais repelem-se) e domina a fórmula da Lei de Coulomb. O ponto que mais penaliza é o tratamento das potências de dez e das unidades, por isso pratica o cálculo com valores em notação científica e confirma sempre a coerência dimensional do resultado.
Na pergunta 3, revê os três raios principais na construção de imagens em lentes convergentes e divergentes, e a equação das lentes (relação entre distância do objecto, distância da imagem e distância focal). Um erro frequente é a atribuição incorrecta dos sinais, sobretudo quando o objecto está entre o foco e a lente, situação que produz uma imagem virtual. Treina a construção geométrica em papel milimétrico para ganhares rigor.
Na pergunta 4, o mais exigente é a análise topológica do circuito: identifica primeiro quais as resistências em série e quais em paralelo antes de qualquer cálculo. Pratica a simplificação por etapas, calculando as associações parciais até obteres a resistência equivalente, e só depois aplica a Lei de Ohm para determinar a corrente. Um desenho redesenhado de forma limpa evita a maioria dos erros.
Na pergunta 5, fixa as definições de amplitude e comprimento de onda a partir da figura e recorda a relação entre velocidade, frequência e comprimento de onda. Como a frequência é dada (0,5 Hz), basta ler correctamente o comprimento de onda no gráfico para chegares à velocidade de propagação sem dificuldade.