Bloco da Antiguidade e transição para o capitalismo (perguntas 1 a 3)
Treina a memorização precisa: para a Mesopotâmia, fixa nomes de cidades-estado (Ur, Uruk, Lagash, Babilónia) e produtos agrícolas da região (trigo, cevada). No Império Romano, distingue a fonte de escravos (conquistas e guerras) das causas da queda, e na escolha múltipla lê todas as opções antes de transcrever. Para a Revolução Agrícola, sabe ligar as inovações agrícolas ao arranque do capitalismo e enumerar as suas fases (comercial, industrial e financeiro).
Bloco do mundo industrial contemporâneo (perguntas 4 a 6)
Aqui pede-se caracterização, não apenas identificação. Prepara exemplos da máquina a vapor nos transportes (comboio, barco a vapor) e sabe descrever as condições operárias (longas jornadas, baixos salários, trabalho infantil, insalubridade). Na crise de 1929, associa a quinta-feira negra à Grande Depressão e define o New Deal como programa de intervenção do Estado na economia. A pergunta 6b) é exigente: treina a relação entre o conflito e a aceleração das independências africanas (enfraquecimento das potências coloniais, participação de africanos na guerra, ideais de autodeterminação).
Bloco do mundo pós-1945 e da África (perguntas 7 a 10)
É o bloco de maior peso. Memoriza os organismos da ONU pelas siglas e funções (FAO, alimentação e agricultura; OMS, saúde; TPI, Tribunal Penal Internacional) e sabe descrever o papel da ONU na pacificação de Moçambique. Para a descolonização, guarda exemplos de colónias inglesas da África Austral e a via seguida por Moçambique (a luta armada de libertação nacional). No exercício de correspondência, associa cada movimento ao seu país e líder, e na pergunta final apresenta exemplos concretos de dificuldades económicas (dependência das antigas metrópoles, monocultura, falta de quadros qualificados, infra-estruturas debilitadas).