A primeira recomendação é estudar a história de África de forma cronológica, porque o exame segue exactamente essa ordem. Quando o aluno percebe a sequência (origem do Homem, expansão europeia, tráfico de escravos, comércio triangular, Conferência de Berlim, colonização e, por fim, a independência), os conteúdos deixam de ser factos soltos e passam a fazer sentido como uma história contínua.
Vale a pena dar atenção especial às perguntas 3 e 5, que juntas valem mais de metade da prova (10,5 valores em 20). Dominar bem as causas e consequências da expansão mercantil, o funcionamento do comércio triangular e os pontos centrais da Conferência de Berlim (objectivos e potências participantes) pode garantir uma boa parte da nota.
Convém também treinar a memorização de listas curtas, já que várias perguntas pedem um número exacto de elementos: dois tipos de clima, duas causas, três consequências, quatro potências, duas organizações. Praticar a contagem evita perder pontos fáceis por dar menos exemplos do que o pedido.
Como cada pergunta começa com uma frase de contextualização, o aluno deve ler o enunciado completo com calma antes de responder, sublinhando os verbos de comando (explica, localiza, identifica, menciona, apresenta), que indicam o tipo de resposta esperada. Por fim, resolver exames de anos anteriores em 90 minutos cronometrados ajuda a ganhar ritmo e a gerir o tempo na prova real.