Para a Parte I, não basta decorar: associa cada conceito a um exemplo concreto. Constrói pequenas tabelas que liguem o artista à sua obra, o tipo de linguagem (verbal, não verbal e mista) ao meio que o representa (cartaz, pictograma, sinalética, logótipo) e a planta ou o material à região de onde provém (caso do mussiro e da Arte Makonde, do Planalto de Mueda). Revê com atenção o património moçambicano classificado pela UNESCO e a distinção entre bens materiais e imateriais, porque são temas que regressam quase todos os anos.
Para a Parte II, treina o desenho rigoroso de forma consistente, que é onde se ganha ou se perde a prova. Na questão 16, pratica a leitura de modelos em perspectiva e a passagem correcta para as três vistas, sem esquecer as linhas de invisibilidade (a tracejado) do furo passante. Na questão 17, domina as regras de concordância e tangência: o segredo está em localizar bem o centro do arco concordante. Na questão 18, revê o sistema diédrico, a representação de sólidos oblíquos e a secção por planos de topo, prestando atenção às cotas e abcissas dadas no enunciado. Para as questões 19 e 20, treina composição, equilíbrio e síntese visual: um bom cartaz comunica numa leitura rápida e um bom logótipo é simples, memorável e ligado à identidade da organização.
Leva o material em condições (lápis de durezas diferentes, régua, esquadros, compasso e borracha limpa) e gere bem o tempo. Reserva os primeiros minutos para a teoria, que rende pontos rápidos, e guarda a maior fatia para o desenho técnico e a geometria descritiva, que exigem precisão e não se improvisam.