Domina a teoria da Parte A primeiro, porque é onde garantes pontos com mais rapidez e segurança. Cria pequenas tabelas de associação: tipos de arte e suas características, cores primárias contra secundárias, cores quentes contra frias, e os sólidos geométricos com o respectivo número de faces, vértices e arestas. São conteúdos que caem quase sempre e que se memorizam bem com revisão repetida.
Estuda com atenção a cultura visual de Moçambique (escultura maconde, pshikelekedana, cestaria, dança Nyau e a noção de património material e imaterial), pois é um bloco recorrente e muito valorizado. São pontos que um candidato preparado não deve deixar escapar.
Treina o desenho técnico com instrumentos (régua, compasso, esquadros) e pratica especificamente as concordâncias e tangências entre circunferências, que costumam intimidar quem não treinou o traçado passo a passo. Faz vários exercícios de tripla projecção ortogonal a partir de peças cotadas, até automatizares a leitura das vistas (frontal, superior e lateral).
Para a geometria descritiva, revê o método de Monge e o significado das coordenadas (abcissa, afastamento e cota), bem como o comportamento das figuras em planos de nível e de topo. Pratica projecções de polígonos e de sólidos de revolução, incluindo secções por planos, que são os exercícios mais cobrados nesta parte.
Não negligencies a questão criativa da Parte D: pratica esboços rápidos de logótipos e treina a síntese visual de uma ideia (neste caso, agricultura) com poucos elementos gráficos bem escolhidos. Leva o material completo (lápis de diferentes durezas, borracha, régua, compasso, esquadros) e gere o tempo com cuidado, reservando minutos suficientes para os desenhos práticos, que demoram mais do que as questões teóricas.