Começa pelos autores e pelas frases-chave. Boa parte das perguntas pede a autoria de uma ideia (o imperativo categórico de Kant, o estado de natureza como guerra de todos contra todos em Hobbes, o homem mau por natureza em Maquiavel). Faz uma tabela com autor, corrente e ideia central: memorizar estas associações resolve-te muitas perguntas em segundos.
Domina a Lógica com prática, não com decoreba. As perguntas sobre proposições contraditórias e contrárias, distribuição de termos, conversão e validade de silogismos exigem treino. Desenha o quadrado de oposição, exercita figuras e modos (AAA, AII, IAI) e resolve silogismos passo a passo até automatizares as regras.
Não confundas conceitos próximos. A prova testa precisamente as distinções que mais se confundem: assimilação e acomodação em Piaget, os três estádios de Comte, empirismo (o conhecimento vem da experiência) e racionalismo (vem da razão), filogenética e fenomenologia. Estuda-os lado a lado para não trocares as respostas.
Lê o enunciado até ao fim. Em filosofia, alternativas erradas costumam ser quase certas, com uma única palavra trocada. Antes de marcares, confirma se a opção responde exactamente ao que é perguntado.
Treina com exames de anos anteriores. O modelo da Comissão de Exames repete estruturas e temas. Resolver provas antigas com cronómetro ajuda-te a gerir os 120 minutos e a ganhar ritmo.
Nunca deixes perguntas em branco. Sendo escolha múltipla, uma resposta pensada (mesmo por eliminação) tem sempre hipótese de acerto. Elimina primeiro as alternativas claramente erradas e escolhe entre as que sobram.