Estuda por blocos temáticos, não por questões soltas. Como o exame segue sempre a mesma ordem de temas, dominar bloco a bloco dá-te uma vantagem enorme. Os blocos da Pessoa como Sujeito Moral e da Convivência Política são os que mais pesam (juntos somam mais de 20 questões), por isso merecem mais horas de estudo.
Fixa os autores e as suas teses centrais. Boa parte das questões resolve-se sabendo associar o filósofo à sua ideia: Hobbes e o homem como lobo do homem, Comte e a lei dos três estádios, Popper e a falsificabilidade, Platão e o filósofo-rei, Montesquieu e a separação de poderes, Aimé Césaire e a poesia da Negritude. Faz uma tabela de autor, conceito e obra.
Domina os pares de conceitos que se confundem. A prova adora opor noções próximas: empirismo face a racionalismo, acto face a potência, essência face a existência, estado natural face a estado social. Saber distingui-los com clareza evita-te metade dos erros.
Não descures a Lógica. É o bloco mais técnico, mas também o mais previsível, porque assenta em definições fixas (princípios da razão, proposições contraditórias, distribuição dos termos, conversão por limitação). Quem decora bem estas regras garante pontos quase certos.
Treina com exames de anos anteriores. O formato repete-se de ano para ano, tanto na estrutura por temas como no tipo de pergunta. Resolver provas antigas é a melhor forma de te habituares ao estilo das alternativas.
Gere bem o tempo e não deixes questões em branco. São 52 questões em 120 minutos (pouco mais de dois minutos por pergunta). Como não há penalização visível por resposta errada neste modelo, responde sempre a tudo, mesmo quando tiveres de eliminar opções e escolher a mais provável.