Domina primeiro o vocabulário de base: muitas questões testam definições directas (etimologia de Filosofia, o que é a Antropologia Filosófica, o que significa paradigma, o que é a eutanásia activa). Saber definir bem cada conceito garante pontos rápidos e liberta tempo para as questões de raciocínio.
Estuda a Lógica com lápis e papel: o bloco das Unidades IV e V é o mais técnico. Treina o quadrado lógico (contradição, contrariedade, subcontrariedade e subordinação), a distribuição de termos, as regras de conversão e, sobretudo, as oito regras do silogismo, porque várias questões pedem que identifiques a falácia ou o modo e a figura corretos.
Associa cada filósofo à sua tese central: na filosofia política, fixa as ideias-chave de Hobbes (guerra de todos contra todos), Locke (delegação limitada de direitos), Rousseau (contrato social e cidadania) e Montesquieu (separação de poderes). Na Filosofia Africana, relaciona nomes e correntes: Senghor e Césaire com a negritude, Hountondji com a crítica à etnofilosofia, e Nkrumah, Nyerere e Kaunda com o pensamento político africano.
Não descures a Teoria do Conhecimento: revê a posição de Kant (o conhecimento deriva da experiência mas é elaborado pela razão), a distinção entre a priori e a posteriori, o conceito de paradigma e ciência normal em Kuhn e o critério de falsificabilidade de Popper. São autores que aparecem com frequência em provas de admissão.
Usa a técnica de eliminação: por ser escolha múltipla, mesmo quando não tens a certeza, descartar as alternativas claramente erradas aumenta muito a probabilidade de acertares. Nunca deixes uma questão em branco.
Gere o tempo com inteligência: são 45 questões em 120 minutos, ou seja, cerca de 2 minutos e meio por questão. Responde primeiro às que dominas (definições, autores, Estética) e deixa para o fim as de Lógica que exigem cálculo mental mais demorado.