Domina as definições e os autores. A maior parte das questões testa associações directas entre um conceito, uma frase célebre ou uma obra e o respectivo filósofo (por exemplo, “conhece-te a ti mesmo” para Sócrates, ou a lei dos três estádios para Comte). Constrói uma tabela de autores, obras e ideias-chave e revê-a até automatizares.
Estuda por correntes e por épocas. A Filosofia ganha sentido quando percebes a sequência histórica (Antiguidade, Idade Média, Modernidade e Contemporaneidade). Saber em que período se situa cada pensador ajuda-te a eliminar alternativas, sobretudo nas questões de ordenação cronológica.
Não negligencies a Filosofia Africana. São nove questões, quase um sexto da prova. Memoriza os nomes-chave (Marcien Towa, Paulin Hountondji, Severino Ngoenha), as correntes (etnofilosofia e crítica) e os grandes pensadores políticos africanos. É um bloco muito rentável para quem estuda com antecedência.
Atenção aos distractores nas questões de Lógica e Metafísica. Aqui as alternativas são propositadamente parecidas e diferem por uma única palavra (como nas regras da definição ou nas propriedades transcendentais do ser). Lê cada opção até ao fim antes de decidir.
Gere bem o tempo. Responde primeiro às questões que dominas, marca as duvidosas para reveres no fim e nunca deixes nenhuma em branco, já que não há penalização por resposta errada numa prova de escolha múltipla.
Pratica com exames anteriores. Resolver provas de admissão de anos anteriores em condições reais (cronometradas e sem consulta) é a forma mais eficaz de te habituares ao tipo de pergunta e de identificares as tuas lacunas a tempo.