Comeca por dominar as fórmulas-chave de cada bloco temático, porque a maior parte das questões resolve-se com aplicação directa de uma ou duas equações. Para a calorimetria, é fundamental conhecer Q=mcΔT. Para a radiação do corpo negro, λT=b (lei de Wien) e I=σT⁴ (lei de Stefan-Boltzmann) aparecem quase sempre. Para o efeito fotoeléctrico, treina a equação de Einstein, hf=W+eU, e habitua-te a converter unidades entre eV e Joules.
Dedica atenção especial à física nuclear, que ocupa cerca de oito questões da prova. Treina o cálculo do defeito de massa a partir da soma das massas dos nucleões e revê as conversões 1 u.m.a. equivalente a 931 MeV. Os exercícios de meia-vida podem aparecer com gráfico ou em forma de texto, por isso pratica ambos os formatos.
Nas transformações termodinâmicas, garante que sabes ler os gráficos PV, PT e VT e identificar de imediato a transformação representada. O cálculo do trabalho em transformações isobáricas (W=PΔV) e a primeira lei (ΔU=Q-W) são recorrentes.
Na hidrodinâmica, a equação da continuidade (A₁v₁=A₂v₂) e a equação de Bernoulli são suficientes para resolver praticamente todas as questões deste bloco. Treina problemas com mudança de secção do tubo.
No MHS, decora as relações T=2π√(m/k), v_max=ωA e a forma geral x(t)=A·sen(ωt+φ), porque várias questões pedem apenas a leitura directa da amplitude, da frequência ou do período a partir da equação.
Como a prova não permite calculadora, treina os cálculos manualmente, com aproximações razoáveis e atenção às potências de dez. Faz simulações cronometradas de 90 minutos para ganhar ritmo, e nas questões com gráfico, lê primeiro os eixos e as unidades antes de procurares a resposta. Se ficares preso numa questão, marca-a, avança e volta no final.