Começa por dominar as fórmulas base de cada bloco, mas não fiques só na memorização: treina a aplicação delas em exercícios variados, porque a prova testa interpretação, não apenas a fórmula em si. Na Cinemática e na Dinâmica, garante que distingues bem queda livre, lançamento vertical e movimento uniforme, e pratica a leitura de área em gráficos (o trabalho de uma força corresponde à área sob a curva força contra posição).
Na Estática, reforça a decomposição de forças (seno e cosseno) e a condição de equilíbrio dos momentos, que aparecem em questões clássicas como a barra sobre dois apoios e a tensão nas cordas. Treina também a distinção entre peso e massa, um conceito que costuma gerar erros, sobretudo nas questões que mudam o corpo de planeta (Lua, Marte).
Na Óptica, identifica de imediato lentes convergentes e divergentes pelo perfil e revê a relação entre índice de refracção e velocidade da luz (quanto maior o índice, menor a velocidade no meio). Na Termodinâmica, decora a conversão de escalas e a lei que relaciona pressão e temperatura a volume constante. Por fim, dedica tempo extra à Electricidade e Magnetismo, por ser o maior bloco: revê quantização da carga, resistência em função da geometria do condutor, lei de Ohm em circuitos e indução electromagnética (lembra-te de que só há corrente induzida quando o fluxo magnético varia).
Como estratégia de tempo, resolve primeiro as questões que dominas e deixa as de cálculo mais longo para o fim. E o mais importante: pratica com exames de anos anteriores em condições de prova (cronometrado e sem calculadora), porque o estilo das questões repete-se muito de ano para ano.