Estuda por blocos, não por questões soltas. Como o exame segue exactamente a sequência Cinemática, Dinâmica, Estática, Fluidos, Termodinâmica, Electricidade e Ondas, organiza a tua revisão pela mesma ordem. Assim chegas ao exame com o “mapa mental” já alinhado com a prova.
Domina as fórmulas-chave de cada área e, sobretudo, sabe quando aplicá-las. Em Cinemática, treina as equações do MRU e do MRUV e a leitura de gráficos. Em Dinâmica, pratica a 2.ª lei de Newton, a conservação da quantidade de movimento e o teorema trabalho-energia. Em Termodinâmica, separa bem calor sensível de calor latente e revê as leis dos gases.
Treina o cálculo mental e as estimativas. Como não há calculadora, habitua-te a trabalhar com potências de dez, a simplificar frações e a arredondar com critério (por exemplo, usar g igual a 10 m/s², como o próprio exame indica). Muitas respostas saem mais depressa por estimativa do que por conta completa.
Cuidado com as unidades e com as conversões. Vais lidar com minutos e segundos, com litros e metros cúbicos, com milímetros e metros, com microcoulombs e coulombs. Boa parte dos erros nasce aqui, não na física em si. Antes de escolher a alternativa, confirma sempre se a unidade bate certo.
Aprende a ler figuras e gráficos com calma. Há questões com gráficos posição-tempo, diagramas pressão-volume, esquemas de cordas, circuitos e ondas. Interpretar bem a figura é metade da resolução. Sublinha os dados directamente no enunciado.
Gere o tempo com inteligência. São 32 questões em 120 minutos, ou seja, pouco menos de 4 minutos por questão. Resolve primeiro as que dominas (normalmente as de conceito, como a questão do efeito fotoeléctrico ou da condutividade térmica) e deixa as de cálculo mais pesado para uma segunda passagem.
Resolve exames de anos anteriores em condições reais. Cronometra-te, sem calculadora e sem consultas. É a melhor forma de ganhares ritmo e de descobrires quais os teus pontos fracos antes do dia da prova.