Lê o texto de compreensão pelo menos duas vezes antes de responder: a primeira para perceberes a ideia global e a segunda para localizares pormenores (datas, valores das coimas, percentagens e regras). Como muitas perguntas pedem informação literal, sublinhar mentalmente onde está cada dado poupa-te tempo precioso.
Treina o vocabulário por temas, e não palavra a palavra de forma isolada. O bloco de vocabulário cobra campos lexicais bem definidos (saúde, casa, reacções emocionais), por isso estudar listas organizadas por assunto rende muito mais. Dá especial atenção às expressões familiares e provérbios, que costumam ser o ponto onde mais candidatos tropeçam.
Domina bem os pronomes complemento, porque são a base das perguntas 31 a 36. Lembra-te de que “le, la, les” substituem complementos directos definidos, enquanto “en” substitui complementos com artigo partitivo ou quantidade (du pain, des pommes), e não te esqueças da concordância do particípio passado quando o complemento directo vem antes do verbo.
Revê as três formas de fazer perguntas em francês: a inversão do sujeito, o “est-ce que” e o uso de “qui” (para pessoas) e “que” ou “qu’est-ce que” (para coisas). Distinguir quando usar cada interrogativo é exactamente o que as perguntas 37 a 43 avaliam.
Pratica o passé composé com calma, sobretudo a escolha entre os auxiliares être e avoir e a conjugação dos verbos pronominais (como “s’emparer”). O texto de preenchimento final premeia quem reconhece padrões verbais com rapidez.
Como toda a prova é de escolha múltipla, gere o tempo com disciplina: são 50 perguntas em 120 minutos, ou seja, pouco mais de dois minutos por pergunta. Responde primeiro às que dominas e deixa as dúvidas para uma segunda passagem, garantindo que não deixas nenhuma resposta em branco.