Distribui o tempo com inteligência: são 48 questões em 120 minutos, o que te dá cerca de 2,5 minutos por questão. Não te prendas demasiado numa pergunta difícil; assinala-a, segue em frente e volta no fim.
Domina os conceitos de base do bloco “A Terra e o Universo”, porque é o mais extenso e o que mais rende pontos. A ordem dos planetas (questão 8), as coordenadas geográficas, as consequências da rotação e da translação e a sequência crosta, manto e núcleo são quase certas em qualquer edição.
Treina a leitura de mapas e figuras: o exame traz pelo menos três elementos visuais (estrutura da Terra, mapa dos climas e pirâmide etária). Praticar com mapas-múndi de climas e biomas ajuda-te a responder com rapidez às questões de localização.
Memoriza os pares clássicos da deriva continental: Pangea como supercontinente único, a divisão em Laurásia (Norte) e Gondwana (Sul), o mar de Thetis a separá-los e as provas fósseis (Mesossaurus, Glossopteris e Gangamopteris). São conteúdos que aparecem com regularidade.
Cuidado com as alternativas muito parecidas: algumas questões (como a 8, sobre a sequência dos planetas) jogam com pequenas trocas de ordem ou erros de escrita para te confundir. Lê todas as opções até ao fim antes de assinalar.
Não descures os temas de actualidade nacional: a COP28, as províncias mais afectadas pela seca e pelos ciclones, e o carvão de Moatize são pontos quase garantidos no último bloco. Acompanhar a actualidade de Moçambique dá-te vantagem fácil.
Resolve exames de anos anteriores em condições de prova (cronometrado e sem consulta). É a melhor forma de ganhar ritmo e de identificar os teus pontos fracos antes do dia.