Domina muito bem a História de Moçambique, porque é o bloco que mais pesa, com cerca de 42% das questões. Estuda com atenção a cronologia colonial: datas das convenções (1909, 1928, 1934), criação de instituições (Acto Colonial 1928, Fundo Cambial, Junta de Exportação do Algodão 1947), substituição de impostos (palhota para capitação) e reformas do ensino colonial. Para a fase da Luta Armada, memoriza datas-chave (25 de Setembro de 1964), primeiras Zonas Libertadas (Cabo Delgado e Niassa), figuras (Eduardo Mondlane, Filipe Samuel Magaia) e organizações criadas no contexto da FRELIMO (Destacamento Feminino, OMM, OJM). Não te esqueças dos nomes coloniais das cidades moçambicanas, que aparecem com frequência.
No bloco de História de África, foca-te na partilha do continente. A Conferência de Berlim (1884-1885), os países participantes e os ausentes, as zonas de disputa (bacia do Congo, Alto Senegal, rio Níger), as potências envolvidas e as resistências africanas são temas recorrentes. Estuda também as principais figuras das independências africanas (Sekou Touré, Milton Margai, Seretze Khama, Kwame Nkrumah) e as datas exactas. O V Congresso Pan-Africano e a formação da SADC também são pontos certos de revisão.
No bloco de História Universal, organiza o estudo por grandes acontecimentos. Iluminismo (sabe quem defendia o quê: Rousseau, Montesquieu, Voltaire, Locke), as três grandes revoluções (Gloriosa, Francesa, Industrial), as duas Guerras Mundiais, a Revolução Russa, a crise de 1929, a Guerra Fria e a formação do Estado de Israel. Para cada acontecimento, foca-te em três coisas: data, protagonistas e consequências.
Treina com exames de anos anteriores. A estrutura da prova mantém-se estável de ano para ano, com pequenas variações no número de questões por bloco. Resolver exames antigos da UEM ajuda-te a familiarizares com o tipo de pergunta e a treinar o ritmo necessário para responder a 60 questões em 120 minutos, ou seja, 2 minutos por questão.
Gere bem o tempo durante a prova. Não te prendas demasiado tempo numa única questão. Se ficares em dúvida, marca a lápis e avança, voltando no final. Como a folha de respostas é óptica, lembra-te de não deixar borrões nem marcar mais do que uma alternativa.
Elimina alternativas claramente erradas quando não souberes a resposta de imediato. Em História, muitas vezes consegues excluir duas ou três opções com base em conhecimento geral (uma data manifestamente impossível, uma figura que não pertence ao período, uma instituição que ainda não existia), o que aumenta significativamente a tua probabilidade de acertar.