Domina primeiro a Historiografia, porque é a base teórica e costuma render pontos fáceis a quem decora bem os conceitos (fonte material e inconsciente, crítica externa e interna, Heurística, Heródoto). São perguntas de definição, não de raciocínio longo.
Constrói uma linha cronológica das duas Guerras Mundiais e da Guerra Fria, fixando datas-chave (eclosão da 1.ª Guerra em 1914, reunificação alemã em 1990) e associações entre figuras e acontecimentos (Hitler e o Mein Kampf, Kruchev e Kennedy na coexistência pacífica, Normandia e o “Dia D”).
Em História de África, organiza a informação por colonizador e por colónia, já que muitas perguntas testam exactamente essa correspondência (possessões francesas, colónias alemãs, antigos nomes de Gana, Zâmbia e Maláui). Memoriza também os marcos do pan-africanismo e da descolonização (Conferência de Berlim, Bandung de 1955, SADCC em 1980).
Para História de Moçambique, foca-te em datas, nomes próprios e instituições, porque é o bloco mais factual: fundação de Tete em 1544, António Enes e a circunscrição indígena, Acto Colonial e Estatuto Missionário, II Congresso da FRELIMO, criação da OMM e o Acordo de Paz de 1992 com os respectivos mediadores.
Treina com provas de escolha múltipla a sério, marcando o tempo. A técnica de eliminação (descartar as alternativas claramente erradas) é a tua melhor aliada quando ficares em dúvida entre duas opções.
Gere o tempo com disciplina: responde primeiro às perguntas que dominas e deixa as duvidosas para uma segunda passagem. Como não há penalização indicada por resposta errada, não deixes nenhuma pergunta em branco no final.