Domina primeiro os conceitos de base (perguntas 1 a 4). São pontos “garantidos” para quem estudou: saber o que é a História, distinguir os tipos de fontes (materiais, escritas, orais e arqueológicas) e perceber a diferença entre crítica externa e crítica interna são respostas rápidas que não deves perder.
Estuda África e Moçambique com prioridade. Como concentram a maioria das questões, dedica-lhes a maior fatia do teu tempo de revisão. Foca te em temas recorrentes: a expansão Bantu, a Linha da Frente (data de criação, objetivos e países membros), o Apartheid e os seus protagonistas (Nelson Mandela e Frederick De Klerk), a SADCC, o NEPAD e os movimentos nacionalistas pré-FRELIMO (UDENAMO, MANU e UNAMI).
Decora as datas e os nomes-chave da História de Moçambique. Várias perguntas testam pormenores factuais: a fundação de povoações em 1544, o conflito do mapa cor-de-rosa arbitrado por Mac-Mahon, o Acordo de Incomáti e a sucessão no Estado de Gaza após a morte de Soshangane. Cria uma lista pessoal de datas e personalidades e revê-a com frequência.
Atenção às alternativas “completas”. Em várias questões (como a 8, a 10 e a 30), a resposta certa é aquela que reúne vários fatores em simultâneo, em vez de apenas um. Quando duas opções parecem corretas, costuma ser a mais abrangente a que o exame considera válida. Lê todas as alternativas até ao fim antes de marcar.
Cuidado com as perguntas-armadilha sobre figuras e instituições. As questões 18, 27 e 28 misturam nomes e cargos para te confundir (por exemplo, quem dirigiu a ZAPU ou quem é o Secretário-Geral da ONU). Memoriza corretamente quem é quem para não cair nestes laços.
Gere bem o tempo e usa o lápis HB. Responde primeiro às perguntas que sabes de imediato e deixa as duvidosas para uma segunda passagem. Lembra te das instruções práticas: marca primeiro a lápis HB, apaga bem os erros e só depois passa a esferográfica preta ou azul. No fim, entrega apenas a Folha de Respostas.