Domina primeiro os conceitos da Historiografia. As questões iniciais são curtas mas decisivas: sabe distinguir os tipos de fontes (epigráficas, narrativas, cuneiformes), associar cada historiografia ao seu contexto (a mitografia ao Génesis, Tito Lívio ao patriotismo romano, os monges à Idade Média) e reconhecer as correntes e os seus autores (Marx e as relações de produção, os Annales e Lucien Febvre, Ki-Zerbo e a história de múltiplas fontes).
Memoriza datas e nomes como conjuntos fechados. Muito do exame assenta em pormenores: o ano da entrada de Portugal na guerra, a data da fundação da ONU, o líder da independência do Gana (Kwame Nkrumah) ou a sequência dos Presidentes de Moçambique. Constrói fichas cronológicas e tabelas de correspondência (data, acontecimento, protagonista) e revê as até as saberes de cor.
Treina a eliminação de alternativas. As opções deste exame são longas e, muitas vezes, a única diferença entre a certa e a errada está num só elemento trocado (um país a mais numa lista, uma data alterada, um nome fora do lugar). Lê todas as alternativas até ao fim antes de decidires, sobretudo nas enumerações como as cidades estado da costa oriental ou os Estados da Linha da Frente.
Reforça os blocos de África e de Moçambique. Por terem mais peso, são eles que decidem a prova. Garante que dominas a partilha de África e as suas teorias, a descolonização (vias pacífica e armada), a Linha da Frente, o Nacionalismo Económico de Salazar e os marcos da independência nacional de 25 de Junho de 1975.
Resolve exames de anos anteriores em condições de tempo real. Com 54 questões em 120 minutos, tens pouco mais de dois minutos por pergunta, por isso ganhar ritmo é tão importante como saber a matéria. Simular a prova ajuda te a calibrar a gestão do tempo e a identificar os teus pontos fracos antes do dia.