Começa por dominar bem os dois blocos com mais peso, História de África e História de Moçambique, porque é aí que se concentra a maioria das questões e, por isso, onde podes garantir mais pontos. Dentro de Moçambique, dá atenção especial a datas, líderes e siglas (FRELIMO, UDENAMO, MANU, UNAMI, NESAM, OUA), porque muitas perguntas testam exactamente esse tipo de associação directa.
Em Historiografia, não decores apenas nomes: percebe o contributo de cada autor ou corrente (por exemplo, por que razão Tucídides é importante, o que caracterizou o positivismo e o que trouxe de novo a Escola dos Annales). São perguntas que distinguem o candidato que estudou em profundidade do que apenas memorizou.
Treina com exames de admissão de anos anteriores, porque o formato de escolha múltipla repete-se e habituares-te ao estilo das alternativas faz toda a diferença. Atenção às alternativas muito parecidas (listas de estados, de movimentos ou de teorias), onde basta um nome trocado para a opção ficar errada: lê todas as opções até ao fim antes de assinalar.
Faz uma boa gestão do tempo. São 55 questões em 120 minutos, ou seja, pouco mais de dois minutos por pergunta. Responde primeiro às que dominas, marca as duvidosas e volta a elas no fim. Como não há (à partida) penalização visível por erro, evita deixar respostas em branco depois de teres tentado eliminar as opções menos prováveis.
Para a Cultura Geral, mantém-te a par de acontecimentos marcantes (prémios, organizações regionais como a SADC, grandes eventos internacionais), já que são pontos relativamente fáceis de conquistar com leitura atenta da actualidade.