Domina primeiro a História de Moçambique, porque é o grupo com mais peso. Estuda com atenção as companhias majestáticas (Niassa e Moçambique), o trabalho forçado e migratório, a JEAC e os Estados pré-coloniais (Marave, Mutapa e Gaza). Saber estas matérias bem é meio caminho andado para um bom resultado.
Memoriza datas e nomes próprios com método, porque o exame é muito factual. Eventos como a Conferência de Berlim (1884 a 1885), a primeira edição das Olimpíadas (776 a.C.), a delimitação da fronteira sul de Moçambique ou o Acordo de Nkomati (1984) são frequentemente cobrados. Cria uma linha cronológica e associa cada data a um acontecimento e a uma figura.
Distingue bem figuras que se confundem facilmente: os líderes de resistência (Mahdi no Sudão, Abushiri no Tanganica, Lat Dior no Senegal), os fundadores do pan-africanismo (Sylvester Williams e Du Bois) e os intervenientes nos tratados (no caso de Lobengula, John Moffat e Cecil Rhodes). As alternativas costumam misturar estes nomes de propósito.
Lê cada enunciado até ao fim antes de assinalar, sobretudo nas questões com alternativas longas e parecidas (como as questões 20, 21 e 45). Muitas vezes a diferença entre a opção certa e a errada está num único pormenor, como uma palavra ou uma data.
Gere o teu tempo com critério. São 48 questões em 90 minutos, o que dá pouco menos de dois minutos por pergunta. Responde primeiro ao que sabes de imediato e deixa as questões mais difíceis para uma segunda passagem, para não perderes pontos fáceis por falta de tempo.
Treina com exames de admissão de anos anteriores. O formato repete-se e muitos conteúdos são recorrentes, por isso resolver provas antigas é a forma mais eficaz de te familiarizares com o estilo das perguntas e de identificares as tuas lacunas.