Comeca pelos blocos de maior peso. Como Moçambique vale 21 questões e a História Geral vale 18, estes são os domínios onde garantes mais pontos. Domina bem as datas e os acontecimentos estruturantes (1505, 1945, 1975, o Acordo de Nkomati de 1984, o Acordo de Roma de 1992 e a Constituição de 1990), porque as questões deste bloco tendem a ser cronológicas e factuais.
Treina a associação entre autores, ideias e correntes. Na Historiografia, o exame gosta de pedir o defensor de uma determinada ideia (Bossuet e o providencialismo, os marxistas e as condições materiais, os Annales e a história-problema). Faz fichas com o nome, a corrente e a ideia central de cada um, pois é exactamente esse tipo de ligação que cai.
Memoriza pares e contrastes. Muitos itens jogam com oposições: Norte protestante e Sul católico na Reforma, Esparta militar e Atenas, OUA em 1963 e União Africana em 2002. Estudar por contraste ajuda-te a eliminar alternativas erradas com rapidez.
Atenção às pegadinhas de detalhe. Algumas alternativas diferem apenas numa palavra ou numa data (por exemplo, a queda do Império Romano do Ocidente situa-se no século V e não no IV, ou a leitura correcta de a.C. e d.C. nos Jogos Olímpicos). Lê cada opção até ao fim antes de marcar.
Gere o teu tempo com método. São 60 questões em 120 minutos, ou seja, cerca de dois minutos por questão. Responde primeiro às que dominas, marca as duvidosas e regressa a elas no fim, evitando ficar preso numa única pergunta.
Não deixes alternativas em branco. Sendo prova de escolha múltipla, quando estiveres em dúvida elimina as opções claramente erradas e escolhe entre as que restam, aumentando a tua probabilidade de acerto.