Domina o conceito de módulo antes de qualquer outra coisa, porque o primeiro bloco vale 8 questões (um quinto do exame) e cobra fluência total em equações e inequações modulares. Treina a definição por ramos (|x| = x se x ≥ 0, |x| = −x se x < 0), porque várias questões dependem da análise por casos, como as questões 7 e 8.
Em análise combinatória, decora as fórmulas de arranjos simples (A), combinações (C) e permutações (P), e treina simplificações com factoriais. A questão 9 testa directamente o conhecimento das fórmulas e a questão 10 cobra simplificação algébrica com 7! e 8!. Pratica também problemas de contagem com restrições, como o de formar números com algarismos diferentes (questão 11).
Em probabilidades, parte sempre do espaço amostral e organiza os acontecimentos em conjuntos antes de calcular. As operações entre acontecimentos (intersecção, união, complementar) saem quase sempre, como na questão 17.
Nas sucessões, treina a identificação do termo geral a partir dos primeiros termos (questão 20 é típica) e o cálculo do limite de sucessões racionais comparando graus do numerador e do denominador. Nas progressões, decora as fórmulas de termo geral e soma, tanto para PA como para PG.
A parte de funções pede leitura cuidada de gráficos. Treina a identificação de vértices, expressões analíticas na forma canónica, coeficientes angulares e limites laterais directamente a partir da figura. As questões 25 a 31 dependem todas dessa competência.
Em derivadas, garante a regra da cadeia (questão 32) e o estudo completo de uma função polinomial: zeros, derivada primeira para extremos e monotonia, derivada segunda para concavidade e ponto de inflexão. O bloco das questões 33 a 38 segue exactamente esse roteiro e vale 6 questões.
Gere bem o tempo: 90 minutos para 40 questões dão pouco mais de 2 minutos por questão. Resolve primeiro o que dominas, deixa para o fim as questões que exigem cálculo mais longo (combinatória e estudo de funções) e nunca deixes respostas em branco numa prova de escolha múltipla.