O ponto de partida é treinar a numeração com números grandes, porque a pergunta 1 costuma confundir muita gente. Vale a pena praticar a leitura e escrita de números até aos mil milhões, separando bem as classes (unidades, milhares, milhões, mil milhões) e prestando atenção às ordens que ficam vazias, que devem ser preenchidas com zeros.
Nas operações da forma vertical, o segredo está no alinhamento: cada algarismo na sua coluna, sem pressas, com atenção ao transporte na adição e ao empréstimo na subtracção. Convém conferir o resultado no fim, porque um erro de coluna estraga toda a conta.
A geometria pede observação cuidada das figuras. Recomenda-se rever a diferença entre polígono regular (lados e ângulos todos iguais) e irregular, e saber classificar pelos lados (triângulo, quadrilátero, pentágono, hexágono e por aí adiante). Atenção às figuras em forma de estrela ou seta, que costumam ser polígonos irregulares e podem enganar o olho.
As expressões numéricas são o coração da prova, por isso merecem o maior treino. A regra de ouro é a ordem das operações: primeiro o que está dentro dos parênteses, depois multiplicações e divisões (da esquerda para a direita) e só no fim adições e subtracções. Fazer muitos exercícios deste tipo é o que separa uma boa nota de uma nota fraca.
Nas potências, é importante perceber bem o significado de base e expoente, saber ler uma potência por extenso e calcular o seu valor antes de a usar numa expressão maior. Por fim, na comparação de fracções, vale recordar uma ideia simples mas que prega partidas: quando o numerador é igual, a fracção maior é a que tem o menor denominador.