O melhor ponto de partida é treinar as operações na forma vertical até elas saírem de forma quase automática. A pergunta 1 vale 3 valores e perde-se facilmente por descuido no alinhamento das ordens (unidades debaixo de unidades, dezenas debaixo de dezenas) ou por falha no transporte e no empréstimo. Vale a pena fazer muitos exercícios de adição e subtração com números grandes antes do exame.
A seguir, dedica atenção especial às potências, porque são o bloco que mais pontua. Garante que percebes bem a diferença entre a base e o expoente: em 8×8×8, escreves 8³ (a base repete-se três vezes), e não 3⁸. No cálculo, lembra-te de que 3⁴ significa 3×3×3×3 e não 3×4, um dos erros mais comuns nesta idade.
Na pergunta das expressões numéricas, decora a ordem das operações: primeiro o que está dentro dos parênteses, depois multiplicações e divisões (da esquerda para a direita) e só no fim as adições e subtrações. Atenção redobrada ao “×0”: qualquer número multiplicado por zero dá zero, e essa parcela costuma confundir muitos alunos.
Para a geometria, recorda que a soma dos ângulos internos de um quadrilátero é sempre 360 graus. Conhecendo três ângulos, basta subtrair a soma deles a 360 para encontrar o quarto. Treina também a identificar trapézios pela sua característica principal: ter apenas um par de lados paralelos.
Nas fracções com o mesmo denominador, mantém o denominador e opera apenas com os numeradores, simplificando o resultado no final sempre que possível. E, por último, no problema da pergunta 7, lê o enunciado com calma e identifica a operação certa antes de calcular (6 chaveiros com 6 chaves cada resolvem-se por multiplicação, dando 36 chaves).