A primeira coisa a fazer é treinar a leitura activa do texto de apoio. Antes de responder, lê o Texto A duas vezes, sublinhando as ideias-chave (a diferença entre equidade e igualdade, os três indicadores de disparidade, os dois pilares). Quase metade da Parte I sai diretamente daqui, por isso uma leitura sólida resolve um bloco inteiro de perguntas.
Na gramática, concentra-te nos temas que se repetem em provas de admissão: classificação morfológica das classes de palavras, processos de formação de palavras (sobretudo nominalização e composição por justaposição), formação de plurais especiais (como qualquer e cidadão), colocação pronominal (a regra do “não” e de certos advérbios que atraem o pronome para antes do verbo) e funções sintácticas. Faz fichas de revisão curtas para cada um destes pontos.
Para a acentuação, decora a regra das três classes (aguda, grave e esdrúxula) e treina a contagem da sílaba tónica em palavras retiradas de frases reais. Na pontuação, presta atenção especial ao vocativo (isolado por vírgulas) e ao aposto, que aparecem destacados nas questões 31 a 34.
Na Literatura, prepara uma tabela com autores moçambicanos e africanos, as respectivas obras e os pseudónimos (por exemplo, Kalungano para Marcelino dos Santos), porque várias questões testam exatamente essa correspondência. Revê também o conceito e os precursores da Negritude, as funções da linguagem com exemplos e os tipos de rima, treinando o esquema (AABB, ABAB, ABBA) em poemas curtos.
Por fim, gere bem o tempo. Resolve primeiro as questões de leitura e as gramaticais que dominas, marca as que ficam por resolver e volta a elas no fim. Numa prova de escolha múltipla, nunca deixes uma resposta em branco.