A base de quase tudo é a leitura atenta do texto. Convém ler o texto-base duas vezes antes de responder, porque várias perguntas (a 1, a 2, a 3 e a 5) pedem informação que está mesmo lá escrita. Sublinhar datas, nomes e ações enquanto se lê facilita muito a localização das respostas.
Nas perguntas de gramática, vale a pena rever três conteúdos concretos: os tipos de frase (declarativa, interrogativa, exclamativa e imperativa), as formas de frase (afirmativa e negativa) e as conjunções coordenativas, com destaque para as adversativas como “mas”, “porém” e “contudo”. São matérias que aparecem quase sempre neste tipo de exame.
Para a pergunta do narrador, basta lembrar a regra simples: se o narrador conta uma história em que ele próprio participa, é participante; se conta de fora, sem fazer parte da ação, é não participante. Neste texto, vale a pena reparar em que pessoa o narrador escreve.
Quando o exame manda “copiar passagens do texto”, o aluno deve transcrever exatamente as palavras do texto, entre aspas, sem inventar nem resumir. É um erro comum responder por palavras próprias e perder a cotação.
Por fim, a redacção pede treino. Praticar pequenas histórias de 10 a 12 linhas, com início, meio e fim, e cuidar da ortografia, da pontuação e dos parágrafos. Como o tema é a coragem, é útil ter na cabeça uma ou duas situações simples (salvar um animal, ajudar alguém em perigo, enfrentar um medo) que se possam contar com clareza.