A primeira coisa a treinar é a leitura cuidada do texto antes de responder. Muitas perguntas (sintomas, duração, formas de transmissão, medidas de prevenção) pedem para copiar informação que está escrita tal e qual no texto, por isso vale a pena sublinhar essas partes durante a leitura. Nestes casos, a regra de ouro é copiar exactamente como aparece, sem inventar nem resumir.
Na parte de gramática, convém rever bem três conteúdos que aparecem sempre neste tipo de prova. Primeiro, as classes de palavras (nome, verbo, adjectivo, advérbio), para conseguir fazer a classificação morfológica pedida na pergunta 3. Segundo, as conjunções: a copulativa “e” (que liga ideias e soma informação) e a subordinativa temporal “quando” (que indica o tempo em que algo acontece). Terceiro, os tipos e formas de frase, sabendo distinguir a frase declarativa das restantes e a forma afirmativa da negativa.
Para a redacção (pergunta 4 do bloco final), o segredo é seguir os cinco pontos pela ordem dada e respeitar o limite de linhas. Treina em casa a escrever sobre doenças comuns e já estudadas (malária, cólera, diarreia, tosse), organizando cada texto em: nome da doença, o que a causa, como se manifesta, como se trata e como se previne. Um parágrafo bem organizado, com letra legível e sem erros de ortografia, garante quase toda a cotação.
Uma dica prática para o dia da prova: deixa a redacção para o fim, mas reserva tempo suficiente (cerca de 25 a 30 minutos), porque é a pergunta que mais vale e a que exige mais cuidado com a escrita.