Domina as fórmulas de concentração antes de tudo, porque o Bloco III é o que dá mais pontos a quem souber aplicar título em massa, concentração molar, pressão osmótica (π = MRT) e estequiometria. Treina conversões entre g/L e mol/L, que aparecem na questão do soro caseiro (questão 12).
Pratica o cálculo de pH sem calculadora. Como não podes usar máquina, treina logaritmos de potências de base 10 (por exemplo, pH de uma solução 6 x 10⁻⁷). Decora os valores de log 2, log 3 e log 5, que resolvem a maioria dos casos.
Revê a relação entre ΔG, ΔH e ΔS. Sabe identificar quando uma reacção é espontânea, exotérmica ou endotérmica só pelo sinal das grandezas. A questão 8 (temperatura a partir da qual a reacção se torna espontânea) sai quase sempre em provas deste tipo.
Treina a tabela de equilíbrio (ICE: inicial, variação, equilíbrio) com exercícios de Kc, porque as questões 17, 19 e 20 seguem exactamente esse raciocínio. Pratica também o caso em que a raiz quadrada simplifica a conta (como na questão do HI).
Não descuides as soluções tampão e o produto de solubilidade (Kps), temas do Bloco V que muitos candidatos deixam para o fim. Aprende a comparar o produto iónico com o Kps para prever se há ou não formação de precipitado.
Faz uma revisão rápida e segura de Química Orgânica, sobretudo funções (aldeído, amina, aminoácido), polaridade de moléculas, nomenclatura de benzenos substituídos e a diferença entre polímeros e monómeros. São pontos fáceis de garantir se a teoria estiver fresca.
Gere bem o tempo: 90 minutos para 34 questões dão cerca de 2,5 minutos por questão. Responde primeiro ao que sabes de imediato, marca as contas longas para uma segunda passagem e nunca deixes questões em branco numa prova de escolha múltipla.