Estuda a história do teatro moçambicano a sério, com atenção às raízes rituais. Muitas questões cobram a ligação entre manifestações culturais tradicionais (Nyau, Mapiko, Nondje) e as províncias onde elas ocorrem, por isso vale a pena memorizar este mapa cultural com clareza.
Domina o vocabulário técnico da área. Saber distinguir dramaturgo, encenador, cenógrafo, coreógrafo, figurinista, luminotécnico e sonoplasta é meio caminho andado, porque várias questões testam exactamente esta capacidade de identificar funções e responsabilidades.
Lê (ou pelo menos conhece bem) as obras de referência citadas no exame. Terra Sonâmbula de Mia Couto, Ualalapi de Ungulani Ba Ka Khosa e Xicandarinha na lenha do mundo de Calane da Silva aparecem com frequência. Para o teatro universal, conhece pelo menos os perfis de Shakespeare (com obras como Hamlet) e de Bertolt Brecht.
Familiariza-te com o panorama do teatro moçambicano contemporâneo. Sabe identificar as principais companhias por cidade (Mutumbela Gogo e Teatro Avenida em Maputo, Mbeu e Haya-Haya na Beira, Tambu Tambulani Tambu em Manica), os seus fundadores e os artistas associados. Esta informação é pedida directamente em várias questões.
Treina com exames de anos anteriores. O modelo do DAU repete formatos e tipologias de perguntas, e quem fez simulados chega à prova mais calmo e mais rápido a interpretar enunciados.
Gere bem o teu tempo. Em 90 minutos para 40 questões, faz primeiro as que dominas e deixa as difíceis para uma segunda passagem. Atenção especial à marcação na folha de respostas, lembra-te de que duas respostas na mesma questão anulam-na.
Lê com atenção opções como “Todas certas” e “Todas erradas”. O exame usa-as com frequência, e nem sempre são distractores. Confirma sempre se todas as alternativas anteriores fazem realmente sentido antes de optar por uma resposta inclusiva ou totalizante.